segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Dicas para Viajar de Moto - A Moto

     Não vou recomendar qual o melhor tipo de moto ou cilindrada, porque já lí sobre gente que viajou por distâncias bem maiores que eu, em uma moto bem menor, a única diferença é o quão confortável (ou não) a viagem será.  Vou apenas compartilhar algumas informações que acho úteis sobre o que verificar na motocicleta:

    Se for fazer uma viagem mais longa, faça a revisão da moto e fale para o mecânico quantos quilômetros vai rodar, assim ele terá um cuidado maior, e poderá identificar e trocar algo que poderia dar problema durante o trajeto.  Ele poderá inclusive te dar dicas sobre a manutenção dela durante a viagem.  Não deixe para fazer a revisão no último dia que anteceda a viagem, afinal, o mecânico também é um ser humano e está sujeito a falhas (felizmente não somos máquinas), então, depois da revisão use a moto no dia-a-dia para garantir que tudo está no lugar.  Parece um pouco paranóico, mas ficar na estrada por causa da moto, com certeza vai te de deixar bem irritado.

     Antes de sair, e para viagens mais curtas, faça você mesmo uma verificação dos itens básicos de manutenção:

     1 - Óleo do motor;
     2 - Pneus;
     3 - Cabos;
     4 - Freios;
     5 - Relação;
     6 - Suspensão;
     7 - Elétrica;
     8 - Ferramentas.


1 - Óleo do motor.
     O nível do óleo não vou dizer como verificar, porque esta informação deve ser lida no Manual do Proprietário (e cada moto possui uma maneira diferente de aferir).  Nos que possuem vareta, uma informação importante é utilizar um pano que não solte "penugem", pode ser usado até um papel higiênico (com o óleo não muito quente obviamente).  Não se deve esquecer de verificar quando foi a última troca do óleo, e fazer as contas para ver se não está na hora de trocar novamente.

Nível de óleo do motor na vareta
Nível de óleo do motor na vareta

2 - Pneus.
     A pressão dos pneus também está no manual, mas procure uma borracharia pois além de garantir que apressão fique correta o borracheiro também poderá conferir o estado deles.  Normalmente o pneu possui alguns relevos nos sulcos que indicam o limite de desgaste (conhecido como T.W.I - Tread Wear Indicator), então fique de olho, porque se eles começarem a ficarem gastos (serem atingidos), está na hora de trocar o pneu.

Marcas de limite de uso do pneu (quase sendo atingido)
Marcas do limite de uso do pneu (quase sendo atingido)

3 - Cabos.
     Quanto aos cabos, sinta se ao serem acionados mostram muita resistência ou barulho, pois isto pode significar falta de lubrificação, ou até que estão partindo.


4 - Freios.
     O desgaste dos freios pode ser complicado para verificar.  O de lona, vai depender de algum indicador externo no freio (que também vai estar descrito no manual), já nos à pastilha algumas possuem um nível de desgaste nela mesma (que normalmente é difícil de ser visto).  A maioria delas costuma emitir um som alto quando estão chegando ao fim da sua vida útil, ou quando há algum problema (o que ajuda bastante), mas não dependa apenas disto.  Se sua moto possui freio com acionamento hidráulico, lembre-se que existe um nível de óleo mínimo para que o mesmo funcione bem, e este nível costuma ser fácil de conferir.

Marcas do limite de uso da lona de freio
Marcas do limite de uso da lona de freio (não devem ficar alinhadas)
Marca do limite de uso da pastilha de freio
Marca do limite de uso da pastilha de freio (vista de baixo)

     A relação pode variar de moto para moto.  Nas que são acionadas por corrente, o ideal é mante-la lubrificada, e caso apresente muito barulho precisa ser trocada, a coroa e o pinhão também não podem estar muito desgastados.  Algumas motos possuem correia ao invés da corrente, e ela não deve apresentar rachados muito grandes, pois significa que está prestes a partir, e não deve estar muito gasta.  Não importa qual a sua relação ela deve ser mantida bem justa, não em excesso para evitar que se rompa, nem frouxa para que não saia do lugar.  As que possuem transmissão por eixo cardã são as mais duráveis necessitando menos manutenção, mas lembre que ela possui um óleo lubricante e peças móveis que sofrem desgaste com os anos.

Relação da moto com folga (necessita troca)
Relação da moto com folga (necessita troca)

6 - Suspensão.
     Manter a suspensão com a manutenção em dia garante um rodar bem mais tranquilo e macio, verifique se a mesma não está vazando óleo, ou se não está demasiadamente macia, pois pode ser sinal de "fadiga" do sistema.  Algumas motos possuem regulagem nesse sistema, então, não esqueça de verificar se o ajuste está de acordo com o peso que você colocar nela.


7 - Elétrica.
     Esta é uma das partes mais fáceis de serem checadas, porém a mais difícil de fazer manutenção, ou seja, ao menor sinal de problema leve a moto a um eletricista.  Sempre verifique se os piscas, luz traseira, de freio e outros estão funcionando, verifique também se a altura dos faróis (alto e baixo) estão regulados de forma que você possa pilotar com segurança durante à noite.


8 - Ferramentas.
     Por último e não menos importante as ferramentas da motocicleta, que sem elas até o simples apertar de um parafuso se torna uma missão.  Concordo que as ferramentas que acompanham a motocicleta normalmente são só um "quebra galho", logo, recomendo ao motociclista montar seu próprio kit de ferramentas para viagem, mas isso vai ficar para um próximo post.

     Todos os itens aqui descritos (e muitos outros) estão no Manual do Proprietário, então, LEIA!
     Para os que acharam que é muita coisa para ser visto, acredite, não é! 
     E não esqueça de levar sua moto para uma revisão antes de viajar.


* Dúvidas ou sugestões são sempre bem vindas, então, fique à vontade para usar o formulário abaixo.

domingo, 4 de setembro de 2011

Viagem pela Estrada da Graciosa

Sim! O Pardal esteve lá.

        No dia 23/01/2011 já tínhamos, eu e minha namorada, tentado descer a Estrada da Graciosa, mas como o clima mudou repentinamente fomos somente até o Portal, e desde então fiquei aguardando um outro momento para fazer um relato mais completo. Recentemente descobri que meu amigo Dulcino, nunca havia percorrido a estrada, então, marcamos de no dia 04/09 passearmos por lá aproveitando para almoçar em Morretes. Mas desta vez devo dizer que o clima colaborou e muito.

Pardal e Lais no Portal da Estrada da Graciosa
Pardal & Lais

        A viagem de Curitiba até o Portal (que dá acesso à Estrada) foi tranquila, com pouco trânsito considerando ser uma manhã de Domingo ensolarada. Era muito bonito olhar para o horizonte e observar a serra ao longe, com aquele céu azul e tempo muito agradável para se andar de moto. Chegando lá paramos para tirar algumas fotos e esticar um pouco as pernas, para só então dar continuidade ao trajeto.

Pardal e Dulcino no Portal da Estrada da Graciosa
Os homens e suas máquinas maravilhosas

        Iniciamos então a descida sem pressa, para aproveitar cada metro rodado e admirar as belas paisagens. O asfalto poderia estar mais bem cuidado, considerando que o trajeto é restrito para "veículos leves", mas não chega a atrapalhar. Nem preciso dizer o quanto exuberante é a mata atlântica que se encontra nestas regiões de serra, em alguns pontos a mata mais fechada deixava o ar mais frio, o que era bom considerando o calor que fazia. Parte da estrada ainda é preservada com paralelepípedos, que deixa o visual ainda mais bonito, ponto extra para minha namorada que mesmo com os solavancos, conseguiu tirar belas fotos.

Parte em paralelepípedo na Estrada da Graciosa I
Parte em paralelepípedo I
Parte em paralelepípedo na Estrada da Graciosa II
Parte em paralelepípedo II

        Pelo percurso, existem vários pontos onde se pode parar para tirar fotos, observar melhor a paisagem e comprar algumas conveniências. Em alguns locais existem espaços com churrasqueiras, para quem queira aproveitar e fazer um belo churrasco com a família ou amigos, lembrando sempre de antes de sair, deixar tudo limpo. Em uma destas paradas (antes do trecho mais sinuoso), existe um Marco Comemorativo do Centenário da Estrada da Graciosa, com um texto exaltando a beleza do local, que na primavera fica ainda mais bonita.

Marco Comemorativo do Centenário da Estrada da Graciosa
Marco Comemorativo do Centenário da Estrada da Graciosa
Vista de uma das paradas na Estrada da Graciosa
Vista de uma das paradas

      Aproveitando o passeio, decidi contribuir com o meu amigo Daniel do MotosBlog. Digo isto porque, inspirado no Riffel Explore, ele lançou o Projeto Explore (mais informações clique aqui), e como adorei a idéia, fiz questão de tirar a foto do objetivo número 18: Pico do Marumbi - Morretes/PR. Infelizmente a palmeira do lado direito está digamos, um pouco calva, acho que devido aos fortes temporais que andaram atingindo a região este ano.

Pico do Marumbi em Morretes/PR
Pico do Marumbi - Morretes/PR

        Continuamos até morretes, onde almoçamos e descansamos um pouco. Voltamos novamente pela Graciosa, mas desta vez sem parar durante o caminho, só aproveitando ainda as paisagens e as várias curvas do trajeto. Antes de sair na BR-116 novamente, tomamos um caldo de cana na banquinha perto do portal para refrescar o corpo, e conversar sobre o saldo positivo do belo bate-e-volta do Domingo, já se preparando para voltar para o dia-a-dia em Curitiba.

Árvores do Início da Estrada da Graciosa
Árvores do Início da Estrada

    De Curitiba até Morretes, passando pela Estrada da Graciosa (PR-410 - destacada na foto em vermelho) são aproximadamente 70 Km, estes sendo em parte pela BR-116 (sentido São Paulo), pois é por onde se tem acesso ao portal que dá início à descida.  A BR-116 está em bom estado de conservação, o que garante uma viagem tranquila, após o portal, já na PR-410 boa parte da estrada é de asfalto (sem acostamento), mas a parte mais sinuosa da estrada é de paralelepípedo (destacada em verde na foto), então, nada seguro para se andar de moto com pista molhada.  Como é muito sinuosa e um ponto turístico, não vá com pressa, inclusive o limite de velocidade em muitos pontos é de 40km/h.  Se você for um piloto pouco experiente em moto, dobre também o cuidado.

Mapa de Curitiba até Morretes pela Estrada da Graciosa
De Curitiba até Morretes pela Estrada da Graciosa

sábado, 23 de julho de 2011

Viagem ao Beto Carrero World - Parte 4/4

    Chegado o quarto dia, nos restou somente arrumar as coisas para fazer o ckeck-out do hotel, relaxados e prontos para voltar para o dia-a-dia em Curitiba.  No balanço geral podemos dizer que aproveitamos bem, pois um dia não teria sido suficiente, já dois dias nos permitiu visitar tudo no parque, achei que a chuva nos atrapalharia muito no primeiro dia, mas até com chuva soubemos aproveitar.

A fotógrafa da viagem descansando

    Na volta, por ser sábado, encontramos um trânsito mais intenso (sem engarrafamentos), e também não tivemos o inconveniente da chuva.  Até paramos na "Parada Ferreti", um posto com uma arquitetura em madeira muito interessante, com algumas lojas de produtos variados bem interessantes.  Continuando a viagem de volta, soubemos que estávamos chegando em Curitiba quando fomos obrigados a parar para colocar um casaco extra, que ainda estava na bagagem.

Parada Ferreti na BR-101

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Viagem ao Beto Carrero World - Parte 3/4

    No terceiro dia de viagem (2º dia de Beto Carrero), aproveitamos para dar uma de turista no parque, afinal, é um parque temático, e estando no Beto Carreiro, nada mais justo que começar pelo Oeste Selvagem.  Você pode entrar nele por um "Forte Álamo", mas esqueci de tirar a foto dele, então, vai uma foto do interior.

Oeste Selvagem
     Na sequência fomos visitar a parte "fantasmagórica" do parque para tirar mais fotos, passeamos também pelo Império das Águas.  Após estes visitamos o memorial que foi construído contando a história dele (Beto Carrero) e seus pertences, uma visita interessante para conhecer mais sobre o criador do parque.

Mensagem na entrada do Memorial Beto Carrero

    Após almoçar, fomos novamente ao Império das Águas, mas desta vez para descer as corredeiras artificiais, este, um trabalho impressionante, bonito e agradável de se percorrer com as "bóias gigantes", mas prepare-se para se molhar um pouco.  Não fomos ao Tchibum, porque chegamos à conclusão que ele tem uma única finalidade: te molhar bastante.  Já tínhamos nos molhado o suficiente no dia anterior com a chuva.

Entrada do Império das Águas

    Como já estava no momento do Extreme Show, e desde o dia anterior não havia chovido, fomos novamente assistir com esperança de ver algo diferente.  Estávamos certos porque o show foi mais Extreme e emocionante ainda, com direito a saltos, manobras mais arriscadas e ao loop gigante.  Quando ví aquele círculo gigante chegando, na hora pensei: Hot Wheels de gente grande!!  Como já comentei antes, é de tirar realmente o chapéu para estes caras.

Loop do carro no Extreme Show

    Como faltava ainda o Fire Whip e já tínhamos feito a digestão, resolvemos encarar a fila, e sinceramente foi a parte mais tensa, pois era deste que vinham a maior parte dos gritos, cheguei até a contar mentalmente quantos segundos durava o percurso, outra coisa que me preocupava é a idéia de não ter nada sobre os pés.  Chegando próximo do embarque comecei a ficar mais tranquilo, pois os que saíam (a maioria pelo menos) tinham um baita de um sorriso no rosto e, quando chegou a nossa vez, não foi diferente, sentí até que algumas vezes o carrinho freiava.  O único pequeno desconforto após ele, foi algo como se tivesse chaqualhado minha cabeça.

As muitas pernas e voltas do Fire Whip

    Antes de acabar o dia saímos para tirar mais fotos, inclusive para tirar uma foto com uma moto que achei que nunca iria ver ao vivo, pelo menos era fiel à Harley Davidson WLA.  E assim acabou nossos dois dias de Beto Carrero, só restou descançar para encarar a viagem de volta.

Moto parecida com a Harley Davidson WLA


Viagem ao Beto Carrero World - Parte 2/4

    O segundo dia infelizmente já começou com chuva, mas, para não perder um só dia vestimos nossos "jalecos" de chuva, e fomos encarar o Beto Carrero World.  Depois de pegar o mapa na entrada (chamado Castelo das Nações), começamos a andar passando primeiramente pela Vila Germânica, onde andamos na montanha russa que podemos considerar de nível fácil.  Aproveitei também para comprar o ingresso para o show Excalibur, mas este vou comentar depois.

Vila Germânica no Beto Carrero World
 
    Na sequência fomos para a Ilha Pirata, mas infelizmente a mesma estava fechada para melhorias, então já que a chuva começou a aumentar, fomos passear com um trenzinho que passa por uma área preservada do parque, por algumas atrações, e pelo que eles chamam de Dinomagic, que considero uma boa distração para crianças.

Uma das atrações do trenzinho do Beto Carrero World

    Como o Excalibur já ia começar, rumamos para lá (chegamos em cima da hora), e assim como alguns outros shows, este é pago à parte, com a vantagem de já incluir o almoço.  O mesmo consiste em uma disputa entre cavaleiros, cada um com sua cor, onde as pessoas da platéia também participam como torcedores de acordo com a cor escolhida, sendo que, não adianta entrar lá só achando que vai ficar assistindo, pois o mais interessante é entrar no espírito da coisa.

Estátuas na entrada do show Excalibur
     Depois de Excalibur fomos assistir o Extreme Show, que mesmo chovendo aconteceu "normalmente".  Sinceramente é de tirar o chapéu para os caras, pois não é só um show de manobras, também tem uma história motivando toda a encenação, mas as manobras é que deixam qualquer um de olhos arregalados.  Achei que eles não iam fazer as manobras com as motos pois estava muito molhada a pista, mas eles fizeram assim mesmo, Parabéns para a equipe. Mas ainda não acabou minhas impressões sobre eles, pois assistimos no dia seguinte sem chuva o show foi melhor ainda.

Manobra no Extreme Show

   Após o show fomos para a outra montanha russa que podemos considerar de nível médio, para sentir como são aqueles "loops", e agora posso dizer se são beem interessantes a ponto de ter ido novamente se tivesse mais tempo.  Em seguida fomos ao Elevador, que se você não gosta nem dos elevadores normais, sugiro nem passar perto, porque das duas uma: ou perde o medo de vez ou desmaia.  Nem preciso comentar o Bit Tower não é.

No "loop" da montanha russa

    Como já estava se aproximando do fechamento do parque, pegamos leve e fomos na roda gigante e na sequência na Bierhaus (Vila Germânica) para tomar um chopp.  Colocamos o pé na estrada novamente para voltar para o hotel, e fomos a pé mesmo pois já o escolhemos por ser perto do parque, e também descobrimos depois que também dava para ir a pé para jantar e comprar algumas coisas no mercado, uma "mão na roda".


Bierhaus na Vila Germânica

    Ah, quase estava esquecendo, no final do segundo dia o sol deu as caras antes de sumir no horizonte.  Acredito que foi um presságio de que não teríamos problemas com chuva no dia seguinte.

Sol aparecendo ao final do segundo dia




quarta-feira, 20 de julho de 2011

Viagem ao Beto Carrero World - Parte 1/4

    Como estávamos aguardando as férias do trabalho para fazer uma viagem mais significativa, acabamos (eu e minha namorada) ficando quase dois meses sem viajar de moto.  Eu estava procurando algo diferente, e como faz mais de 10 anos da minha última visita ao Beto Carrero World e minha namorada nunca havia ido lá, resolvemos visitar o parque, afinal, as atrações a algum tempo estavam me deixando curioso.
    Como o ingresso para o parque tornava possível "ganhar" (acredito que já esteja em parte embutido no preço) o segundo dia, reservei três diárias em um Hotel chamado Estrela do Mar, para assim garantir mais um dia de diversão, mesmo porque, pelo tamanho do parque acreditava que não conseguiria explorar todo ele em um único dia.
 
Engarrafamento no rodoanel na BR-376

    Então, na quarta-feira lá pelas 10h00 colocamos o pé (ou melhor, as rodas) na estrada, com um belo sol para esquentar um pouco a fria manhã de inverno Curitibana.  A alegria não durou muito tempo, pois assim que saímos da BR-116 e caímos na BR-376 (rodoanel que nos daria acesso à BR-101) encontramos engarrafamento.  Depois de andar quase metade deste trajeto (do rodoanel), descobrimos que o motivo era um recapeamento que estava sendo efetuado.
    Após este contratempo, conseguimos viajar sem qualquer problema, pois não havia muito movimento. Só ficamos apreensivos com o clima que na serra ficou completamente nublado e um pouco abafado, mantendo assim até chegarmos em penha (Cidade em Santa Catarina onde está Beto Carrero World).

Parada na roda d'agua movida pela água da serra

    Antes do pedágio de Garuva decidimos parar no restaurante e lanchonete Àgua da Serra (ou seria Roda d'Água? nem perguntei), para dar uma esticada e comprar uns quitutes.  Uma dica: se vocês avistarem um cachorrinho preto lá, façam um agrado nele, porque eu não fiz e o miserável mordeu minha bota quando estávamos saindo.  Depois desta parada só voltamos a parar para abastecer e almoçar, sendo que logo que voltamos a viajar já pudemos avistar a rodovia que dava acesso à Penha. Esta rodovia de acesso é também acesso ao Beto Carrero, sendo que pudemos já avistar a entrada do mesmo, mas, fomos direto para o hotel pois precisávamos fazer o check-in, que ocorreu por volta das 14h30.

Castelo das Nações na entrada do Beto Carrero World

    De Curitiba até o Beto Carrero são aproximadamente 200 Km, sendo este trajeto bem tranquilo pois as rodovias, por serem pedagiadas (3 postos de pedágio no total) estão em bom estado de conservação, mas na descida da serra é necessário um cuidado à mais.

Rota Curitiba - Penha

    Optei sair pela BR-116, pegando o rodoanel da BR-376 para então cair na BR-101, mas para quem vai do centro de Curitiba o mais indicado é sair pela BR-277.  Chegando em Penha, existem vários acessos para a cidade, mas para quem vai para o Beto Carrero é ideal entrar pela SC-414.

Acesso à SC-414 (Penha - Beto Carrero World)