segunda-feira, 9 de julho de 2012

Lançamento: Honda NX400i Falcon 2013

    Foi anunciado inclusive no site da Honda do Brasil o lançamento da Honda NX400i Falcon 2013, e quando ví o link admito que tive certa resistência para acreditar, porque tinha lido em vários lugares que a  Honda XRE 300 vinha para substitur a Tornado (XR 250) e a Falcon (NX4).

    Trecho da matéria publicada no UOL Carros:
... José Luiz Terwak, gerente de novos produtos da Honda: "No início, a XR 250 Tornado era utilizada exclusivamente para o off-road. Mais tarde, com a chegada da CRF 230, ficou restrita à locomoção e lazer. Além disso, seria difícil adaptar o motor de 400cc da Falcon ao Promot 3 e com isso decidimos oferecer um motor mais potente e qualidades touring a uma motocicleta baseada na Tornado".
    Link: http://carros.uol.com.br/ultnot/2009/06/12/ult5498u221.jhtm

    Mesmo com o lançamento da XRE, EU não acreditava que ela conseguiria cobrir o espaço deixado pela Falcon (escutei isto também de proprietários de Falcon), pois acabava sobrando somente uma opção (bem mais cara no portifólio da Honda), que era a XL700V Transalp, e também acreditava que poucos baixariam de cilindrada. É complicado expressar isto em números para saber quantos acabaram "migrando" de cilindrada, mas me pareceu claro que eles ficaram "órfãos", e eu acredito que isto fez com que a Yamaha "nadasse de braçada" com a XT 660R.
    Agora, para surpresa geral, lançou a Falcon NX400i 2013, com o mesmo (e consagrado) motor que "seria difícil de adaptar ao Promot 3" (que caiu de 30,6cv para 28,7cv) e com uma reestilização no visual que deixa muito a desejar na minha opinião, afinal, visualmente se parece muito com o modelo de 2008, mas obviamente com preço de 2013.
    Quem queria a velha Falcon de volta, agora com um motor que ficará mais econômico devido a injeção eletrônica, painel atualizado e um up no visual, está com o sorrisso de orelha à orelha, mas quem queria ver realmente alguma novidade, vai olhar torto e talvez procurar outra opção.

Honda NX400i Falcon 2013 X Honda NX4 Falcon 2008
 Honda Falcon NX400i 2013 X Honda NX4 Falcon 2008



Ficha Técnica da Honda NX400i Falcon 2013
Propulsor
Motor
397,2cc, OHC, RFVC, monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar
Potência máxima
28,7 cv a 6.500 rpm
Torque máximo
3,27 kgf.m a 6.000 rpm
Diâmetro x curso
85,0 x 70,0 mm
Alimentação
Injeção eletrônica de combustível PGM-FI
Relação de compressão
8,8 : 1
Sistema de lubrificação
Forçada, por bomba trocoidal
Sistema de ignição
Eletrônica
Sistema de partida
Elétrica
Elétrica
Bateria
12V – 6 Ah
Farol (alto/baixo)
60/55 W
Transmissão
Transmissão
5 velocidades
Embreagem
Multidisco em banho de óleo
Suspensões
Suspensão dianteira
Garfo telescópico com 215 mm de curso
Suspensão traseira
Mono-amortecido Pro-Link com 180 mm de curso
Freios
Freio dianteiro
Disco de 256 mm de diâmetro e cáliper de duplo pistão
Freio traseiro
Disco de 220 mm de diâmetro e cáliper de pistão simples
Pneus
Pneu dianteiro
90/90 – 21M/C (54S)
Pneu traseiro
120/90 – 17M/C (64S)
Dimensões/Capacidades
Altura do assento
850 mm
Altura mínima do solo
242 mm
Dimensões (C x L x A)
2.157 x 789 x 1.222 mm
Entre-eixos
1.434 mm
Óleo do motor
2,2 litros (1,7 litro para troca)
Capacidade do tanque
15,3 litros (5,3 litros de reserva)
Outros
Categoria
on/off
Chassi
Berço semiduplo
Peso seco
158 kg

quinta-feira, 1 de março de 2012

Mãos no Volante - Aplicativo Android

    Vou escrever sobre este aplicativo (Mãos no Volante) porque desta vez, na minha opinião, o "poder público" agiu de maneira inteligente.  Pelo nome talvez você esteja me achando louco, afinal, aplicativo para celular (smartphone) que tem Volante no nome, em um "blog de moto"?!?
    Calma que eu vou me explicar:
    Fiquei sabendo dele por um amigo e pelo nome também achei estranho, mas quando vi funcionando, achei ótimo.  O intuito dele é evitar que você receba ligações enquanto estiver pilotando/dirigindo, mas não é só isso.  Quando o aplicativo é iniciado, se alguém tentar te ligar ele encerra a chamada e na sequência envia uma mensagem SMS dizendo que você não pode atender no momento, mensagem esta que pode ser alterada, e no meu caso ele envia o seguinte: "Estou pilotando no momento. Ligo mais tarde".  Pode-se configurar também o tempo que ele vai ficar ativado (se quiser), para evitar esquecer ele ligado.
    Infelizmente ele está disponível somente para celulares com sistema Android, mas se você está incluso neste grupo, vá ao Android Market e baixe ele para dar uma olhada.
    Para mim que usa a moto para os deslocamentos diários (que não demoram mais que 30min), e não gosto de atender ligações enquanto estou pilotando, cai como uma luva.  Parabéns ao Ministério das Cidades e ao Denatran por investirem nesta idéia.

    Segue o site para maiores informações: http://www.paradapelavida.com.br/maos-no-volante/

Aplicativo Mãos no Volante para Android





segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Dicas para Viajar de Moto - A Moto

     Não vou recomendar qual o melhor tipo de moto ou cilindrada, porque já lí sobre gente que viajou por distâncias bem maiores que eu, em uma moto bem menor, a única diferença é o quão confortável (ou não) a viagem será.  Vou apenas compartilhar algumas informações que acho úteis sobre o que verificar na motocicleta:

    Se for fazer uma viagem mais longa, faça a revisão da moto e fale para o mecânico quantos quilômetros vai rodar, assim ele terá um cuidado maior, e poderá identificar e trocar algo que poderia dar problema durante o trajeto.  Ele poderá inclusive te dar dicas sobre a manutenção dela durante a viagem.  Não deixe para fazer a revisão no último dia que anteceda a viagem, afinal, o mecânico também é um ser humano e está sujeito a falhas (felizmente não somos máquinas), então, depois da revisão use a moto no dia-a-dia para garantir que tudo está no lugar.  Parece um pouco paranóico, mas ficar na estrada por causa da moto, com certeza vai te de deixar bem irritado.

     Antes de sair, e para viagens mais curtas, faça você mesmo uma verificação dos itens básicos de manutenção:

     1 - Óleo do motor;
     2 - Pneus;
     3 - Cabos;
     4 - Freios;
     5 - Relação;
     6 - Suspensão;
     7 - Elétrica;
     8 - Ferramentas.


1 - Óleo do motor.
     O nível do óleo não vou dizer como verificar, porque esta informação deve ser lida no Manual do Proprietário (e cada moto possui uma maneira diferente de aferir).  Nos que possuem vareta, uma informação importante é utilizar um pano que não solte "penugem", pode ser usado até um papel higiênico (com o óleo não muito quente obviamente).  Não se deve esquecer de verificar quando foi a última troca do óleo, e fazer as contas para ver se não está na hora de trocar novamente.

Nível de óleo do motor na vareta
Nível de óleo do motor na vareta

2 - Pneus.
     A pressão dos pneus também está no manual, mas procure uma borracharia pois além de garantir que apressão fique correta o borracheiro também poderá conferir o estado deles.  Normalmente o pneu possui alguns relevos nos sulcos que indicam o limite de desgaste (conhecido como T.W.I - Tread Wear Indicator), então fique de olho, porque se eles começarem a ficarem gastos (serem atingidos), está na hora de trocar o pneu.

Marcas de limite de uso do pneu (quase sendo atingido)
Marcas do limite de uso do pneu (quase sendo atingido)

3 - Cabos.
     Quanto aos cabos, sinta se ao serem acionados mostram muita resistência ou barulho, pois isto pode significar falta de lubrificação, ou até que estão partindo.


4 - Freios.
     O desgaste dos freios pode ser complicado para verificar.  O de lona, vai depender de algum indicador externo no freio (que também vai estar descrito no manual), já nos à pastilha algumas possuem um nível de desgaste nela mesma (que normalmente é difícil de ser visto).  A maioria delas costuma emitir um som alto quando estão chegando ao fim da sua vida útil, ou quando há algum problema (o que ajuda bastante), mas não dependa apenas disto.  Se sua moto possui freio com acionamento hidráulico, lembre-se que existe um nível de óleo mínimo para que o mesmo funcione bem, e este nível costuma ser fácil de conferir.

Marcas do limite de uso da lona de freio
Marcas do limite de uso da lona de freio (não devem ficar alinhadas)
Marca do limite de uso da pastilha de freio
Marca do limite de uso da pastilha de freio (vista de baixo)

     A relação pode variar de moto para moto.  Nas que são acionadas por corrente, o ideal é mante-la lubrificada, e caso apresente muito barulho precisa ser trocada, a coroa e o pinhão também não podem estar muito desgastados.  Algumas motos possuem correia ao invés da corrente, e ela não deve apresentar rachados muito grandes, pois significa que está prestes a partir, e não deve estar muito gasta.  Não importa qual a sua relação ela deve ser mantida bem justa, não em excesso para evitar que se rompa, nem frouxa para que não saia do lugar.  As que possuem transmissão por eixo cardã são as mais duráveis necessitando menos manutenção, mas lembre que ela possui um óleo lubricante e peças móveis que sofrem desgaste com os anos.

Relação da moto com folga (necessita troca)
Relação da moto com folga (necessita troca)

6 - Suspensão.
     Manter a suspensão com a manutenção em dia garante um rodar bem mais tranquilo e macio, verifique se a mesma não está vazando óleo, ou se não está demasiadamente macia, pois pode ser sinal de "fadiga" do sistema.  Algumas motos possuem regulagem nesse sistema, então, não esqueça de verificar se o ajuste está de acordo com o peso que você colocar nela.


7 - Elétrica.
     Esta é uma das partes mais fáceis de serem checadas, porém a mais difícil de fazer manutenção, ou seja, ao menor sinal de problema leve a moto a um eletricista.  Sempre verifique se os piscas, luz traseira, de freio e outros estão funcionando, verifique também se a altura dos faróis (alto e baixo) estão regulados de forma que você possa pilotar com segurança durante à noite.


8 - Ferramentas.
     Por último e não menos importante as ferramentas da motocicleta, que sem elas até o simples apertar de um parafuso se torna uma missão.  Concordo que as ferramentas que acompanham a motocicleta normalmente são só um "quebra galho", logo, recomendo ao motociclista montar seu próprio kit de ferramentas para viagem, mas isso vai ficar para um próximo post.

     Todos os itens aqui descritos (e muitos outros) estão no Manual do Proprietário, então, LEIA!
     Para os que acharam que é muita coisa para ser visto, acredite, não é! 
     E não esqueça de levar sua moto para uma revisão antes de viajar.


* Dúvidas ou sugestões são sempre bem vindas, então, fique à vontade para usar o formulário abaixo.

domingo, 4 de setembro de 2011

Viagem pela Estrada da Graciosa

Sim! O Pardal esteve lá.

        No dia 23/01/2011 já tínhamos, eu e minha namorada, tentado descer a Estrada da Graciosa, mas como o clima mudou repentinamente fomos somente até o Portal, e desde então fiquei aguardando um outro momento para fazer um relato mais completo. Recentemente descobri que meu amigo Dulcino, nunca havia percorrido a estrada, então, marcamos de no dia 04/09 passearmos por lá aproveitando para almoçar em Morretes. Mas desta vez devo dizer que o clima colaborou e muito.

Pardal e Lais no Portal da Estrada da Graciosa
Pardal & Lais

        A viagem de Curitiba até o Portal (que dá acesso à Estrada) foi tranquila, com pouco trânsito considerando ser uma manhã de Domingo ensolarada. Era muito bonito olhar para o horizonte e observar a serra ao longe, com aquele céu azul e tempo muito agradável para se andar de moto. Chegando lá paramos para tirar algumas fotos e esticar um pouco as pernas, para só então dar continuidade ao trajeto.

Pardal e Dulcino no Portal da Estrada da Graciosa
Os homens e suas máquinas maravilhosas

        Iniciamos então a descida sem pressa, para aproveitar cada metro rodado e admirar as belas paisagens. O asfalto poderia estar mais bem cuidado, considerando que o trajeto é restrito para "veículos leves", mas não chega a atrapalhar. Nem preciso dizer o quanto exuberante é a mata atlântica que se encontra nestas regiões de serra, em alguns pontos a mata mais fechada deixava o ar mais frio, o que era bom considerando o calor que fazia. Parte da estrada ainda é preservada com paralelepípedos, que deixa o visual ainda mais bonito, ponto extra para minha namorada que mesmo com os solavancos, conseguiu tirar belas fotos.

Parte em paralelepípedo na Estrada da Graciosa I
Parte em paralelepípedo I
Parte em paralelepípedo na Estrada da Graciosa II
Parte em paralelepípedo II

        Pelo percurso, existem vários pontos onde se pode parar para tirar fotos, observar melhor a paisagem e comprar algumas conveniências. Em alguns locais existem espaços com churrasqueiras, para quem queira aproveitar e fazer um belo churrasco com a família ou amigos, lembrando sempre de antes de sair, deixar tudo limpo. Em uma destas paradas (antes do trecho mais sinuoso), existe um Marco Comemorativo do Centenário da Estrada da Graciosa, com um texto exaltando a beleza do local, que na primavera fica ainda mais bonita.

Marco Comemorativo do Centenário da Estrada da Graciosa
Marco Comemorativo do Centenário da Estrada da Graciosa
Vista de uma das paradas na Estrada da Graciosa
Vista de uma das paradas

      Aproveitando o passeio, decidi contribuir com o meu amigo Daniel do MotosBlog. Digo isto porque, inspirado no Riffel Explore, ele lançou o Projeto Explore (mais informações clique aqui), e como adorei a idéia, fiz questão de tirar a foto do objetivo número 18: Pico do Marumbi - Morretes/PR. Infelizmente a palmeira do lado direito está digamos, um pouco calva, acho que devido aos fortes temporais que andaram atingindo a região este ano.

Pico do Marumbi em Morretes/PR
Pico do Marumbi - Morretes/PR

        Continuamos até morretes, onde almoçamos e descansamos um pouco. Voltamos novamente pela Graciosa, mas desta vez sem parar durante o caminho, só aproveitando ainda as paisagens e as várias curvas do trajeto. Antes de sair na BR-116 novamente, tomamos um caldo de cana na banquinha perto do portal para refrescar o corpo, e conversar sobre o saldo positivo do belo bate-e-volta do Domingo, já se preparando para voltar para o dia-a-dia em Curitiba.

Árvores do Início da Estrada da Graciosa
Árvores do Início da Estrada

    De Curitiba até Morretes, passando pela Estrada da Graciosa (PR-410 - destacada na foto em vermelho) são aproximadamente 70 Km, estes sendo em parte pela BR-116 (sentido São Paulo), pois é por onde se tem acesso ao portal que dá início à descida.  A BR-116 está em bom estado de conservação, o que garante uma viagem tranquila, após o portal, já na PR-410 boa parte da estrada é de asfalto (sem acostamento), mas a parte mais sinuosa da estrada é de paralelepípedo (destacada em verde na foto), então, nada seguro para se andar de moto com pista molhada.  Como é muito sinuosa e um ponto turístico, não vá com pressa, inclusive o limite de velocidade em muitos pontos é de 40km/h.  Se você for um piloto pouco experiente em moto, dobre também o cuidado.

Mapa de Curitiba até Morretes pela Estrada da Graciosa
De Curitiba até Morretes pela Estrada da Graciosa

sábado, 23 de julho de 2011

Viagem ao Beto Carrero World - Parte 4/4

    Chegado o quarto dia, nos restou somente arrumar as coisas para fazer o ckeck-out do hotel, relaxados e prontos para voltar para o dia-a-dia em Curitiba.  No balanço geral podemos dizer que aproveitamos bem, pois um dia não teria sido suficiente, já dois dias nos permitiu visitar tudo no parque, achei que a chuva nos atrapalharia muito no primeiro dia, mas até com chuva soubemos aproveitar.

A fotógrafa da viagem descansando

    Na volta, por ser sábado, encontramos um trânsito mais intenso (sem engarrafamentos), e também não tivemos o inconveniente da chuva.  Até paramos na "Parada Ferreti", um posto com uma arquitetura em madeira muito interessante, com algumas lojas de produtos variados bem interessantes.  Continuando a viagem de volta, soubemos que estávamos chegando em Curitiba quando fomos obrigados a parar para colocar um casaco extra, que ainda estava na bagagem.

Parada Ferreti na BR-101

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Viagem ao Beto Carrero World - Parte 3/4

    No terceiro dia de viagem (2º dia de Beto Carrero), aproveitamos para dar uma de turista no parque, afinal, é um parque temático, e estando no Beto Carreiro, nada mais justo que começar pelo Oeste Selvagem.  Você pode entrar nele por um "Forte Álamo", mas esqueci de tirar a foto dele, então, vai uma foto do interior.

Oeste Selvagem
     Na sequência fomos visitar a parte "fantasmagórica" do parque para tirar mais fotos, passeamos também pelo Império das Águas.  Após estes visitamos o memorial que foi construído contando a história dele (Beto Carrero) e seus pertences, uma visita interessante para conhecer mais sobre o criador do parque.

Mensagem na entrada do Memorial Beto Carrero

    Após almoçar, fomos novamente ao Império das Águas, mas desta vez para descer as corredeiras artificiais, este, um trabalho impressionante, bonito e agradável de se percorrer com as "bóias gigantes", mas prepare-se para se molhar um pouco.  Não fomos ao Tchibum, porque chegamos à conclusão que ele tem uma única finalidade: te molhar bastante.  Já tínhamos nos molhado o suficiente no dia anterior com a chuva.

Entrada do Império das Águas

    Como já estava no momento do Extreme Show, e desde o dia anterior não havia chovido, fomos novamente assistir com esperança de ver algo diferente.  Estávamos certos porque o show foi mais Extreme e emocionante ainda, com direito a saltos, manobras mais arriscadas e ao loop gigante.  Quando ví aquele círculo gigante chegando, na hora pensei: Hot Wheels de gente grande!!  Como já comentei antes, é de tirar realmente o chapéu para estes caras.

Loop do carro no Extreme Show

    Como faltava ainda o Fire Whip e já tínhamos feito a digestão, resolvemos encarar a fila, e sinceramente foi a parte mais tensa, pois era deste que vinham a maior parte dos gritos, cheguei até a contar mentalmente quantos segundos durava o percurso, outra coisa que me preocupava é a idéia de não ter nada sobre os pés.  Chegando próximo do embarque comecei a ficar mais tranquilo, pois os que saíam (a maioria pelo menos) tinham um baita de um sorriso no rosto e, quando chegou a nossa vez, não foi diferente, sentí até que algumas vezes o carrinho freiava.  O único pequeno desconforto após ele, foi algo como se tivesse chaqualhado minha cabeça.

As muitas pernas e voltas do Fire Whip

    Antes de acabar o dia saímos para tirar mais fotos, inclusive para tirar uma foto com uma moto que achei que nunca iria ver ao vivo, pelo menos era fiel à Harley Davidson WLA.  E assim acabou nossos dois dias de Beto Carrero, só restou descançar para encarar a viagem de volta.

Moto parecida com a Harley Davidson WLA